O que é a depressão nervosa?
A depressão é um problema médico caracterizado por diversos sinais e sintomas, dentre os quais dois são essenciais:
- Humor persistentemente rebaixado, apresentando-se como tristeza, angústia ou sensação de vazio;
- Redução na capacidade de sentir satisfação de prazer.
O estado depressivo diferencia-se do comportamento “triste” ou melancólico que afecta a maioria das pessoas por se tratar de uma condição duradoura de origem neurológica acompanhada de vários sintomas específicos. Ou seja, depressão não é tristeza. É uma doença que tem tratamento.
Estima-se que cerca de 15 a 20% da população mundial, em algum momento da vida, sofreu de depressão. A depressão é mais comum em pessoas com idade entre 24 e 44 anos. A ocorrência em mulheres é o dobro da ocorrência em homens.
As causas da depressão são inúmeras e controversas. Acredita-se que a genética, alimentação, stress, estilo de vida, drogas, e outros factores estão relacionados com o surgimento ou agravamento da doença.
Cerca de 16% da população mundial já teve depressão nervosa pelo menos uma vez na vida. Em alguns países como a Austrália, uma em cada quatro mulheres já sofreram de depressão e cerca de um em cada oito homens já sofreram do mal. O início dos estudos sobre a depressão começou na década de 20. Foi reportado que as mulheres têm duas vezes mais hipótese de sofrer de depressão do que os homens, mas em contrapartida essa diferença tem diminuído durante os últimos anos. Esta diferença desaparece completamente entre os 50 e 55 anos. A depressão nervosa é causa comum de aposentadoria por invalidez na América do Norte e em outros países da Europa.
Segundo a OMS, em 2020, a depressão nervosa passará a ser a segunda causa de mortes mundiais por doença, após doenças coronárias.
Os sintomas, geralmente associados ao quadro depressivo:
Essenciais para o diagnóstico:
- Humor persistentemente rebaixado, apresentando-se como tristeza, angústia ou sensação de vazio;
- Diminuição do interesse e prazer em actividades que antes lhe davam prazer.
Outros sintomas de depressão incluem:
- Ansiedade;
- Afastamento de amigos ou pessoas;
- Cansaço e perda de energia;
- Falta de vontade de realizar uma determinada tarefa que progressivamente se alastra ou pode alastrar a muitas outras actividades;
- Vontade de chorar ou chora às escondidas;
- Tem maus resultados escolares, devido á incapacidade de se concentrar;
- Vontade de ficar sozinho. Afasta-se de tudo e todos;
- Não querer ouvir barulhos ou querer música ou barulhos em altos berros (pois é uma forma de se alhear e afastar do que se passa à sua volta);
- Sentimento de tristeza persistente;
- Problemas de auto-confiança e auto-estima;
- Sente-se triste e abatida sem conseguir encontrar algo que a anime ou que lhe consiga despertar interesse;
- Dificuldade de concentração e de tomar decisões;
- Sentimentos de culpa, desesperança, desamparo, solidão, ansiedade ou inutilidade;
- Alterações no sono. Dificuldades em adormecer, acordar muito mais cedo do que o habitual, dormir em excesso ou pesadelos;
- Medo de executar determinada tarefa ou medo do que possa acontecer se falhar. Vive obcecada com a sua incapacidade ou com o que possa acontecer a outrem se ela falhar;
- Isolamento: evitar outras pessoas;
- Perda de apetite com diminuição do peso ou compulsão alimentar;
- Perda do desejo sexual;
- Pensamentos de suicídio e morte;
- Inquietação e irritabilidade;
- Auto-agressão;
- Mudanças na percepção do tempo;
- Ataques de choro;
- Desatenção à própria higiene;
- Possíveis mudanças comportamentais como agressão ou irritabilidade;
- Medo ou sensação de ser ou estar sendo abandonado;
- Desleixa-se com o vestir ou com a sua apresentação. Isso deixou de lhe interessar.
Algumas pessoas apresentam apenas alguns dos sintomas, outros apresentam inúmeros sintomas, com intensidade variada.
Pessoas deprimidas têm frequentemente pensamentos mórbidos e a taxa de suicídio entre depressivos é 30 vezes maior do que a média da população em geral. A depressão é considerada em várias partes do mundo como uma das doenças com mais alta taxa de mortalidade.





Boa noite a todos!
Venho por meio deste manifestar meio elogio pela matéria, e dizer que eu também estive nos últimos anos muito estressado, eu já estava pensando que era depressão, mais apresentei alguns dos sintomas acima descritos, fui monitorado, converssaram comigo, vieram para me dar ajuda e apoio, eu aceitei, mas de minha maneira, eu solicitei ajuda de 1 psquiatra, nunca dispensando ajuda do psicólogo, fui atendido de imediato, medicado, faço tratamento com PSQUIATRA E PSICÓLOGO, graças a DEUS ,É O QUE EU DESEJO POR DUAS PESSOAS IMPORTANTES, QUE ME AJUDARAM A DIAGNOSTICAR, 1º MINHA SUPERVISORA E ENCARREGADA DE MEU SERVIÇO;2º MEU DERMATOLOGISTA, QUE NOTOU MODIFICAÇÕES EM MEU COMPORTAMENTO “DE COMO COMER ATÉ PÉ AS MINHAS DA MÃO DIREITA”, COMECEI A ME POLICIAR, de resposta só tenho é q agradecer DEUS POR EXISTIR PESSOAS QUE SE PREOCUPAM COM A VIDA DE OUTREM, Ñ, PENSAM SÓ NAQUELE TRATAMENTO, AO PERCEBEREM 1 MAL, PRESTAM ATENÇÃO, E JÁ VÃO DANDO AJUDA, e quem tem esses problemas, ñ gostam de dizer, q sofrem de depressão, mtos omitem, ai o tratamento demora a ser realizado, bom pessoal, desjo receber mais informações, e até mesmo, testes, para q eu possa saber como estou me conduzindo, a todos q tiveram 1 tempinho de ler, e + 1 tempinho em me responder, eu agradeço e desejo a PAZ, até breve.